Posted in Curiosidades, Fatos, Literatura para sempre, historinhas, com etiqueta barômetro, Bohr, conto, física, história, interessante, nerd, Niels, professor, prova, Rutheford, taberneira, taberneira rose, texto, tia rose on Outubro 14, 2009 | Leave a Comment »
Essa história parece ser chata, mas tenha certeza que é muitíssimo interessante…!
” Um professor de Física, no começo do século XX, relatou a seguinte experiência:
“Há algum tempo, recebi um convite para servir de árbitro na revisão de uma prova de Física. O professor queria atribuir-lhe nota “zero”. O aluno contestava tal conceito, alegando me merecia [...]
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Posted in Besteiras que não importam a "seu ninguém"., Literatura para sempre, historinhas, com etiqueta mulher, taberneira, bar, cerveja, alice, machista, prada, bonita, loira, história, conto, crônica, taberneira rose, historinhas on Setembro 29, 2009 | 3 Comentários »
Desde que eu era criança, minha mãe dizia:
- Alice, você é uma menina de respeito! Não pode sair por ai andando atrás dos meninos!
Por isso, segui o conselho dela e, hoje em dia, só ando na frente deles. Se é que me entendem.
Apoiei meus sapatos Prada no topo da mesa do bar onde eu estava, [...]
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Posted in Curiosidades, Fatos, Literatura para sempre, Piadas, historinhas, com etiqueta rivalidade, homem, mulher, taberneira, Rose, comédia, discussão, discutir, debate, Idade, média, namorado, cerveja on Setembro 20, 2009 | 4 Comentários »
É, isso mesmo! Quem disse que nesse blog não tem espaço para cultura? Pois bem, decidi fazer o que eu faço melhor: discutir. O texto pode estar um pouco longo, mas a discussão foi muito interessante, então decidi que deveria ser mostrado para todos vocês!
Hoje, pela tarde, eu e meu homem estavamos comendo pão com [...]
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Posted in Besteiras que não importam a "seu ninguém"., Curiosidades, Literatura para sempre, historinhas, com etiqueta homem, mulher, taberneira, português, assassino, professor, putaria, safadeza, gostosa, pelada, nu, pornô, texto on Agosto 25, 2009 | Leave a Comment »
Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado de sua vida, regular como um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial, ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E [...]
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Luís Fernando Veríssimo
Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa, independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: Linda princesa, [...]
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Luis Fernando Verissimo
— Você pensou bem no que vai fazer, Paulo?
— Pensei. Já estou decidido. Agora não volto atrás.
— Olhe lá, hein, rapaz…
Paulo está ao mesmo tempo comovido e surpreso com os três amigos. Assim que souberam do seu divórcio iminente, correram para visitá-lo no hotel. A solidariedade lhe faz bem. Mas não entende aquela [...]
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